sexta-feira, 20 de março de 2009

PEDÁGIO DE TRÊS CÓRREGOS
BRIGA DE CACHORROS GRANDES
JOSÉ RENATO GAMA DOS SANTOS

Meus queridos leitores em nosso artigo da semana iremos relatar alguns casos, que vem acontecendo pelo Brasil afora, para mostrar a força com que são tratadas as coisas referentes aos pedágios em nosso país. Devo colher o momento, também, para informar aos senhores que é crescente o movimento pela regulamentação efetiva das concessões em todo o país, uma vez que a política neoliberal, diga-se de passagem, aceita e mantida pelo atual governo federal que se dizia popular-trabalhista, que, no entanto se esmera nas atitudes entreguistas, sendo mesmo “mais real que o rei”.
No Paraná foi implantado um pedágio de forma irregular, tendo sido grande a indignação dos moradores das localidades atingidas, ao ponto de ocorrerem grandes manifestações. Lutas aconteceram e veio por fim a vitória.
A seguir destacamos pronunciamento do Coordenador do Fórum Nacional Anti-Pedágio, que julgamos ser de interesse geral: “O fechamento das praças em Jacarezinho criou jurisprudência e a provável reabertura do bloqueio do acesso na BR-116 na divisa das cidades de Fazenda Rio Grande e Mandirituba mobilizou moradores de outras cidades em situação idêntica. A pressão popular também impediu nova prorrogação das concessões no Rio Grande do Sul”, disse Acir Mezzadri. Aguarda-se o julgamento do mérito pelo STF, porém as esperanças de vitória são grandes. Em São Paulo o Governador José Serra - todos o conhecemos bem, pois se trata de um dos forjadores da política de privatização dos bens públicos, encorajado pelos muitos milhões, que são dados aos políticos em fase de disputa eleitoral, proporcionando campanhas faraônicas com garantia de sucesso e vitória, (vide processo do Tribunal de Contas da União em sua denúncia sobre verbas da campanha do nosso Presidente LULA, doados pela CRT via OAS), pretendia criar uma praça para cobrança de pedágio, dentro da cidade (pedágio urbano). Vocês que me dão o prazer de ler meus artigos, já conhecem sobejamente à cartilha da corrupção federal, muitas vezes por mim escritas aqui, vejam e anotem notícia postada em 10 de fevereiro próximo passado:
“SÃO PAULO - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), pediu para excluir do projeto de lei que estabelece a Política Estadual de Mudanças Climáticas a proposta de criação do pedágio urbano. A informação é da própria liderança do governo Serra na Assembléia Legislativa. Após o pedido, o líder do governo, deputado Barros Munhoz (PSDB,) propôs uma emenda para retirar a medida do projeto de lei que tramita na Casa. Munhoz enfatizou a importância da política de mudanças climáticas e ressaltou que a discussão sobre o pedágio urbano - competência das prefeituras - está "encobrindo a discussão sobre todo o projeto".
"Isso está desfocando a atenção sobre aquilo que é muito mais importante: as medidas que são obrigatórias e determinantes, transferindo a discussão para medidas que são meramente recomendatórias", disse, chamando atenção para o fato que a proposta de criação de um pedágio urbano é apenas uma recomendação. CAROLINA RUHMAN - Agencia Estado”
Nosso comentário: se fingem de vítimas para encobrir a real intenção. Porque colocar a privatização de uma estrada em um projeto de interesse ambiental? Mistério...
Parece, que quando aqui escrevo não tem sentido, quero, porém demonstrar que o sofrimento é em todo Brasil ou quase, por isso eu bem sei que a nossa luta será ainda, muito longa, descartando-se a imediata retirada da Praça de Três Córregos em curto prazo e enquanto render $$$, pois é um negócio da China. Entenderam ou querem mais? Querem mais? Aí vai:
“LA PAZ (Reuters) - A construtora OAS vai terminar a construção de uma polêmica estrada iniciada pela Queiroz Galvão no sul da Bolívia, uma saída para resolver a disputa que paralisou o projeto por quase 18 meses, informou nesta terça-feira o governo do presidente Evo Morales.
Ao assumir o projeto da rodovia entre as cidades de Potosí e Tarija, ambas no sul, a OAS ficará a um passo de administrar o UM BILHÃO DE DÓLARES destinado pelo Executivo para a construção de estradas que estão atualmente em obras ou um processo de licitação...”.
Vocês sabem quem é a OAS? Claro que sabem, é a dona da CRT. Vejam a influência da empresa internacionalmente, é para deixar de queixo caído de inveja ou não?
É OU NÃO BRIGA DE CACHORROS GRANDES, mexer com este porte de empresa e interesses. (E QUE CACHORROS)
É OU NÃO MUITA AREIA PARA O NOSSO CAMINHÃO?
NB: para quem se interessa sobre notícias de pedágios em todo o Brasil não deixe de visitar os Bloggers: pedágio.org e assurb116teresopolis.blogspot.com, faça comentários, envie sugestões, participe.
ISTO É OBRIGAÇÃO DE TODOS.

José Renato Gama dos Santos brasileiro livre, independente, sem cor partidária, ou interesse próprio, luto por causa coletiva, jamais irei pleitear fatia do bolo para mim.

PRESTÍGIO INTERNACIONAL. É MOLE OU QUER MAIS.

LA PAZ (Reuters) - A construtora OAS vai terminar a construção de uma polêmica estrada iniciada pela Queiroz Galvão no sul da Bolívia, uma saída para resolver a disputa que paralisou o projeto por quase 18 meses, informou nesta terça-feira o governo do presidente Evo Morales.
Ao assumir o projeto da rodovia entre as cidades de Potosí e Tarija, ambas no sul, a OAS ficará a um passo de administrar o 1 bilhão de dólares destinado pelo Executivo para a construção de estradas que estão atualmente em obras ou um processo de licitação.
O gerente de construção da Administradora Boliviana de Estradas (ABC, na sigla em espanhol), Ramiro Heredia, disse à Reuters que o órgão estatal assinou na sexta-feira um contrato com a OAS, a pedido da Queiroz Galvão, que decidiu abandonar o projeto Potosí-Tarija.
"Se trata de um contrato de forma provisória, mas efetivo de imediato, no qual se mantém o preço estabelecido pela ABC, de 226 milhões de dólares, para a obra que tem extensão total de 410 quilômetros", afirmou.
Heredia acrescentou que a OAS "iniciou de imediato" seu trabalho mediante a mobilização de funcionários e equipamentos, e que o prazo de entrega da estrada, que vai melhorar a ligação entre La Paz e o norte da Argentina, é de 26 meses.
"A ABC e a OAS assinaram um contrato por solicitação da contratante principal, que é a Queiroz Galvão", explicou.
A obra estava paralisada desde setembro de 2007, quando a ABC acusou a Queiroz Galvão de não cumprir normas técnicas e buscar um aumento não justificado do preço.
Para dar fim à disputa, a Queiroz Galvão decidiu ceder o projeto à OAS.
Heredia acrescentou que, para que seja formalizada a mudança no projeto, o governo boliviano e a Queiroz devem formalizar o repasse do contrato e de um crédito do governo brasileiro de quase 150 milhões de dólares destinado à rodovia.
A OAS trabalha atualmente uma outra estrada de pouco mais de 100 milhões de dólares até Uyuni, no altiplano, e também venceu uma concessão para construir uma rodovia entre o Departamento central de Cochabamba e o de Beni, por 415 milhões de dólares.
A construtora brasileira é por enquanto a única proponente em uma licitação de outro rodovia, de quase 300 milhões de dólares, entre as cidades de La Paz e Oruro.
(Reportagem de Carlos A. Quiroga)
PEDÁGIO DE TRÊS CÓRREGOS
PROSSEGUE A VIA CRUCIS
JOSÉ RENATO GAMA DOS SANTOS

Meus queridos leitores estamos aqui mais uma vez, para prosseguir com as nossas observações, denúncias e avaliações com referência ao criminoso pedágio imposto ao pacato povo morador de Teresópolis.
Notícia veiculada em nosso jornal O Diário de Teresópolis, a CRT concessionária da excrescência posta no meio do nosso Município, diga-se - muro divisor do progresso da cidade revela expectativa em torno de 180.000 (cento e oitenta mil) passantes na Estrada Rio-Bahia no feriadão do Carnaval.
Diante da colocação se fazem necessárias as seguintes considerações, que passo a fazer:
a) o movimento gerado com o feriado prolongado dará uma arrecadação à concessionária em torno de R$ 22.176.000,00 (vinte e dois milhões, cento e setenta e seis mil reais), senão vejamos:
b) considerando que a concessionária previu o total de 180.000 (cento e oitenta mil) passantes; desta forma com o trânsito de ida e volta, teremos 360.000 (trezentos e sessenta mil) veículos na estrada nos dias do feriadão; c) considerando que na média os veículos possuem dois eixos, podemos afirmar, que cada transporte deixará no mínimo R$ 15,40 (quinze reais e quarenta centavos) no guichê por vez; d) considerando que existem duas praças de pedágios ao longo da Estrada Rio-Bahia, sem medo de errar afirmamos que em média cada passante pagará R$ 61,60 (sessenta e um reais e sessenta centavos) ida e volta, (4 x 15,40);
e) fazendo as contas, basta multiplicar 360.000 por R$ 61,60, teremos um total arrecadado de R$ 22.176.000,00 (vinte e dois milhões, cento e setenta e seis mil reais); Obs.: não estão nos cálculos os pedágios auxiliares das praças de Santo Aleixo; AÍ ESTÁ UM DOS MOTIVOS DA DIFICULDADE, PARA SE TIRAR O OSSO GORDO DA BOCA MALDITA
Diante dos fatos facilmente comprovados, não pode haver argumento, basta que um parlamentar interessado solicite a planilha da estatística com o movimento dos dias do feriadão à Concessionária ou a Polícia Rodoviária Federal. Por isso posso dizer: o negócio “pedágio”, só perde em lucratividade para o negócio “tráfico”. Será que a contabilidade irá registrar o total ou, ou....? Perguntar não ofende. ALÔ PREFEITURA, corre atrás do ISSQN.
Outro ponto a ponderar e a declaração da concessionária no que diz respeito ao conforto na estrada, mente e mente, pois diariamente se vêem veículos pararem logo após a praça de pedágio, para que seus passageiros possam urinar, provem se estou errado e eu me penitencio, publicando neste espaço as minhas desculpas. Onde estão os sanitários divulgados? NÃO EXISTEM.
Ainda, mente a concessionária ao afirmar estar preparada para atender com presteza e capacidade profissional aos casos de acidentes. As equipes não possuem médicos socorristas, apesar da boa vontade dos para-médicos, não é o suficiente em casos mais graves. O Contrato de Concessão prevê a obrigatoriedade da presença de tais profissionais nas equipes socorristas. Onde estão os médicos, além de figurar nas planilhas para aumento dos custos e conseqüente aumento da tarifa? Quebra de contrato é motivo para denunciar, obrigando-se a concessionária a indenizar pelos danos causados à concedente e ao usuário. Isso tudo foi objeto de processo levado a efeito pelo Ministério Público Federal. Só não temos conhecimento dos resultados práticos.
No quesito velocidade, para quem duvidar, basta aparecer nas proximidades da Praça de Três Córregos, e irá comprovar como se aproximam os veículos do pedágio com procedência do interior. As poucas placas indicativas de velocidade permitida, nunca são respeitadas. ALÔ POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL.
Por inúmeras vezes denunciei as irregularidades encontradas em nossas estradas, principalmente na nossa BR 116. Nunca tive a satisfação de ver prosperar as mesmas. Continuo me decepcionando com as autoridades (ir) responsáveis. ALÔ ANTT, ALÔ MPF, ALÔ MPE (Tutela Coletiva).
A única coisa que temos total direito, nem é preciso pedir, basta ousar passar pela cancela – é pagar. Se quiser urinar, pare o carro desça na estrada, se exponha e alivie a necessidade. Se a necessidade é a nº. 2, aí a coisa pega, complica, e obriga o motorista acelerar, para chegar mais rápido ao destino.
Enquanto isso tudo acontece, aguardamos passivamente, o Carnaval passar, a Páscoa acontecer, também as Festas Juninas, Julinas e por aí vai. Até quando o morador ordeiro irá suportar tamanha desconsideração? Será que o povo só tem obrigações? Será que um dia haverá um basta nisso tudo? Até quando o saco agüenta? Tudo tem princípio, meio e fim. Será que um dia veremos a Praça de Pedágio de Três Córregos longe de nossos portões? ALÔ GOVERNO FEDERAL.

José Renato Gama dos Santos brasileiro inconformado com a inércia, má vontade e interesses mal definidos das autoridades governantes, porém sem nunca pensar em desistir.
PEDÁGIO DE TRÊS CÓRREGOS: JÁ VIMOS ESSE FILME
Meus queridos leitores, depois de “longo e tenebroso inverno” estamos de volta. Sei bem que muitos gostariam de me ver pelas costa e até longe da cidade, mas aqui estou e continuarei a minha cruzada. Como dizia o jornalista Ibrahim Sued, lembrando ditado árabe: “os cães ladram e a caravana passa.”Passemos aos fatos, em atenção aos amigos e vizinhos de Teresópolis que estão me cobrando notícias frescas, no bom sentido.Assim, dando continuidade a nossa pugna, em abril vindouro estaremos completando 10 anos de luta, sem descanso ou desanimo, com apoio ou sem, mas sempre de forma altiva, independente e com denodo. Aqui abro um parêntese para chamar às falas àqueles que abandonaram o barco em plena tempestade e agora voltam como senhores da verdade e heróis da intentona que nunca houve, a não ser em suas cabeçinhas medíocres.Não aceitamos cobranças dos oportunistas em veraneio. Estamos prontos para o que der e vier, digo mais uma vez. Sempre afirmamos que os inimigos da Cidade de Teresópolis são os proprietários da concessionária e só eles, nunca acusamos a quem quer que seja, embora muitos mereçam a pecha de trapalhões, pelas tentativas de desunião do movimento.Façamos, destarte, agora um exercício de raciocínio lógico, para quem tem, é lógico. Desculpem o trocadilho. Os pedágios foram introduzidos em nosso país, por uma política neoliberal de desmonte do Estado. E hoje, quem viaja por nossas estradas, sabe bem o custo dessa manobra corrupta que serve bem para locupletação de certos homens que se dizem públicos e no entanto de público só tem o cargo.O Vice-Procurador da República Aurélio Virgílio Veiga Rios disse, taxativamente: “melhor que concessionária de pedágio, só tráfico internacional de drogas,” ( publicado no GLOBOONLINE DE 11/01/2008) é claro que ele falou em termos de arrecadação e lucro fácil sem grande esforço.Recentemente, colhemos informação que do ano de 2003 até julho de 2008, a arrecadação da chamada CIDE – Imposto sobre operações relativas a combustíveis, lubrificantes, enérgia elétrica e minerais do país somou, pasmem senhores, a cifra de R$ 58.000.000.000,00 (cinquenta e oito bilhões de reais). Segundo cálculos do Governo Federal, divulgados pela imprensa em geral, seriam necessários R$ 50.000.000.000,00 (cinquenta bilhões de reais), para o conserto e manutenção de todas as estradas do Brasil. Ora a arrecadação anunciada daria para a total recuperação das rodovias e ainda sobraria R$ 8.000.000.000,00 (oito bilhões de reais), para outros gastos e até para a caninha do fim de semana. Para esclarecimento de quem não sabe, a CIDE foi criada para manutenção e conservação das estradas, assim como fôra o IPVA. Logo chega-se a conclusão que a Cobrança de Pedágio é exercício de tri-tributação. Só em nosso país acontecem essas aberrações jurídicas, e ninguém é capaz de as por em ordem. Eles estão preocupados em soltar banqueiros ladrões - o povo é secundário.Para que as concessões das estradas? a não ser criar verbas para financiar campanhas eleitorais de inescrupulosos homúnculos ditos públicos, as estradas continuam em péssimas condições, sendo responsável por 90 % dos acidentes, segundo estatística impublicável. PARA COM ISSO BRASIL, estamos com o SACO cheio de tanta incompetência, já não aguentamos mais as firulas dos nossos governantes-administradores, ávidos em aumentar os seus patrimônios.A embriagues dos cargos perturba a competência, a coerência e a honestidade.Quando digo, “já vimos esse filme,” refiro-me às vezes que nos sentimos prestes a alcançar o sonho tão almejado – a retirada da praça de cobrança do pedágio de Três Córregos. Relembrando, façamos aqui e agora, leve esforço de memória e concluiremos que esse filme já passou em nossa cidade, mais de uma vez:1. na Audiência Pública de 26 de setembro de 2003 obtivemos aparente vitória quando o representante do Ministro dos Transportes, colocou a Concessionária de contra a parede, apresentando três alternativas, todas contemplando a população do 2° Distrito com a transferência da praça de cobrança;2. durante a série de reuniões acontecidas na sede da Prefeitura Municipal de Teresópolis, com as presenças de todos os interessados, aí postados autoridades, exploradores e sociedade, as tratativas indicavam para um breve e satisfatório fim;3. recentemente, com a intermediação do Deputado Federal Jorge Bittar, junto à concedente, a concessionária e os usuários, o acordo quase foi oficializado, ficando dependendo apenas de Audiência Pública necessária para estipulação do Aditivo Contratual; acontece que a realização das eleições municipais, criaram um motivo, meramente político, que impediu a sua pronta realização, segundo se apurou, “a finalização iria beneficiar, o grupo do Prefeito Roberto Petto,” diga-se injustamente, pois ele lutou, ombro a ombro conosco durante os últimos quatro anos. Cabe dizer neste momento, que continuamos aguardando a retomada das negociações, antecipando desde já a posição dos cidadãos diretamente interessados:1°) a data anunciada para a mudança da praça de pedágio que começa a ser ouvida, nos quatro cantos da cidade (julho de 2009), é disfarce para ganharem fôlegos, enquanto preparam um novo emblógio, como aquela farsa montada em pleno Fórum Municipal, com as presenças de dois deputados federais do partido do Governo Federal (Audiência Pública), e cuja Ata até hoje não apareceu, se é que foi feita;2°) tivemos, também conhecimento, que existe uma corrente dentro do governo federal que defende a tese do fracionamento da cobrança, ou seja, seria mantida a praça atual e colocada uma outra praça na altura do Km 45 (próximo à entrada para São José do Vale do Rio Preto) dividindo pelas duas praças o preço atual.
Quem nos garante em sã consciência, a lisura dessa conduta ou desmente, a possibilidade de em breve termos duas frentes de lutas.“PARA UM BOM ENTENDEDOR UM PINGO É LETRA.”JOSÉ RENATO GAMA DOS SANTOS brasileiro atento, em todos os sentidos, não ficaremos passivos diante de nova armação. CHEGA.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A REAÇÃO POPULAR OCASIONOU A RETIRADA DA PROPOSTA. TODOS TEMOS A OBRIGAÇÃO DE REAGIR CONTRA TODA SORTE DE EXCRECÊNCIAS: PEDÁGIOS

Serra pede retirada da proposta de pedágio urbano
SÃO PAULO - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), pediu para excluir do projeto de lei que estabelece a Política Estadual de Mudanças Climáticas a proposta de criação do pedágio urbano. A informação é da própria liderança do governo Serra na Assembleia Legislativa.Após o pedido, o líder do governo, deputado Barros Munhoz (PSDB,) propôs uma emenda para retirar a medida do projeto de lei que tramita na Casa.Munhoz enfatizou a importância da política de mudanças climáticas e ressaltou que a discussão sobre o pedágio urbano - competência das prefeituras - está "encobrindo a discussão sobre todo o projeto". "Isso está desfocando a atenção sobre aquilo que é muito mais importante: as medidas que são obrigatórias e determinantes, transferindo a discussão para medidas que são meramente recomendatórias", disse, chamando atenção para o fato que a proposta de criação de um pedágio urbano é apenas uma recomendação.CAROLINA RUHMAN - Agencia Estado
Postado por Forum Anti Pedagio às 14:49 0 comentários

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

UNS SÃO CHAMADOS CRIMINOSOS, OUTROS CHAMADOS COLARINHOS BRANCOS E, O POVO OHHHH!!! TOMA NO BOLSO.

EM 09 DE FEVEREIRO DE 2009
O lucro do Pedágio é maior do que o do Tráfico, diz deputado
"É uma piada de mau gosto com a população paranaense e se o prejuízo é tamanho como alegam porque as concessionárias não devolvem as estradas. Aceitamos a devolução no ato e nem vamos cobrar multas por quebra de contrato", reagiu nesta quinta-feira (5), o deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB) ao suposto prejuízo de R$ 300 milhões aludido pelas seis concessionárias exploradoras do pedágio no Paraná. ”Não tem como acreditar que as concessionárias reclamam de prejuízos. Isso não existe. As concessionárias arrecadaram R$ 8 bilhões e todas elas estão no azul, ou seja, estão lucrando com esta sangria à economia do Paraná", completou o líder do Governo na Assembléia Legislativa ao questionar as declarações do presidente da ABCR, João Chiminazzo Neto, para uma emissora de rádio de Curitiba.INDIGNAÇÃO - Na entrevista, Chiminazzo disse: "desde 2003 até agora já estão acumulando um prejuízo, em todos os contratos das concessionárias, da ordem de R$ 300 milhões que é uma conta que um dia vai ter que ser paga". Romanelli disse que é de se indignar com a declaração do representante da ABCR e com as alegações que querem acordar as reduções das tarifas. "As concessionárias não querem negociar querem esticar os contratos, querem mais lucro, querem continuar roubando o Paraná", disse. TRÁFICO - O deputado reafirmou que já está mais do que comprovado que o lucro das concessionárias é maior do que o sistema financeiro só comparável ao tráfico de drogas. Nas contas do deputado o pedágio custará ao bolso do paranaense o orçamento estadual previsto para 2009 - R$ 23,6 bilhões - se perdurarem os aumentos determinados pela Justiça federal até 2021 - prazo final do contrato assinado em 1998 entre o governo Jaime Lerner e as concessionárias.Com a dinheirama arrecadada se poderia construir 15 mil quilômetros de rodovias, zerar três vezes o déficit habitacional paranaense e dotar todos os 399 municípios paranaenses de toda infraestrutura necessária aos serviços públicos de educação, saúde, segurança e assistência socialLUCRO - Romanelli comparou o custo da construção de um quilômetro de rodovia - cerca de R$ 1 milhão - com a arrecadação das concessionárias nos 2,5 mil quilômetros de rodovias federais no Estado. "Dá para se construir três vezes essa malha rodoviária e ainda fazer a manutenção. É claro que as concessionárias estão no lucro e é mais claro ainda que as tarifas têm que ser reduzidas", disse."O mais interessante que as concessionárias reclamam que o lucro é pequeno e que o contrato previa uma taxa interna de retorno de 22%, 23%, 24% e só estão conseguindo um lucro de 17% a 19%. Isso é um absurdo", disse. O deputado questiona ainda por que os custos de administração, operação e conservação, bem como os de obras - "que estão acima de mercado" - não são reduzidos no fluxo da caixa, proporcionando a diminuição nas tarifas.Jornal o Farol.
Postado por Forum Anti Pedagio às 15:16 0 comentários