quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

TODOS SOMOS OBRIGADOS A PRESTAR SOLIDARIEDADE AO IRMÃOS CAMINHONEIROS. NÃO SE OMITA. PARTICIPE.




MANIFESTO NO RIO DE JANEIRO

OPERAÇÃO CARGA & DESCARGA EU APÓIO !!!
Da zero hora do dia 01.02 a 24 horas do dia 05.02.2010
Caminhoneiros Irmãos do Rio de Janeiro, vamos mostrar pra essa camarilha quem manda é o povo, chega de ser roubado, espoliado, furtado por politiqueiros que não cumprem suas obrigações.
Vamos desligar os motores por 5 dias, ninguém trafegará nos locais que tenham placas de proibição de horários, suspender qualquer entrega nesses locais mesmo nos horários permitidos, trabalhador não é culpado da incompetência do Estado - EXIGIR:
1 - AREA DE CARGA E DESCARGA - www.sigabem.com.br/
2 - SEM MULTA PRA DESCARGA - www.uniaobrasilcaminhoneiro.org.br/
3 - AVENIDAS SEM PEDAGIO - http://www.pedagio.org/ 
4 - SINAIS SINCRONISADOS - www.ocarreteiro.com.br/
5 - SINALIZAÇÃO DE TRANSITO - http://www.guiadotrc.com.br/                                                         6 - FIM DOS PARDAIS - http://sites.google.com/site/arrudafilialriocom/
7 - REDUÇÃO DO IPVA - http://www.abcam.org.br/
8 - ASFALTO LISO - www.asfaltoliso.com.br/
BASTA !!!
Temos que mostrar que o povo esta no poder.
Movimento CARRETEIRO AUTONOMO, junte-se a nós mande seu e-mail, manifeste-se, participe desta luta pterpan.hot@hotmail.com já...
MATERIAL PARA DIVULGAÇÃO DA CATEGORIA
RJ, terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Tel. 9706.2785 - Luiz Pereira Carlos

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

VEJAM QUE O ESQUEMA É O MESMO EM TODO O BRASIL. E O POVO OH, TOMA NO BOLSO E NO ....


ASSOCIAÇÃO DOS USUÁRIOS DE RODOVIAS CONCEDIDAS - “ASSURCON/SERRA”

NULIDADE DOS CONTRATOS DE CONCESSÃO DOS PEDÁGIOS DO RS
Ação Civil Pública do Ministério Público Federal de número 97.00.23982-9 (RS), de 06/11/1997 (contém 31 anexos), está na 5a. Vara Federal de Porto Alegre aguardando julgamento.
O objeto da ação: ... ataca a ausência de edital de licitação, substituído por editais ilegais de Pré-qualificação e Convocação; Habilitação e suas etapas; Inexistência de projeto básico na 1a.fase da licitação; Inobservância do critério legal de julgamento da licitação (maior oferta no caso de pagamento ao poder concedente foi substituido por trecho de conservação de rodovia do PECR-RS e não houve pagamento em dinheiro até hoje); A necessidade de fixação de tarifa pelo preço da proposta vencedora da licitação; Inexistência ou julgamento da proposta comercial, só exigiu atestado de exigibilidade econômica-financeira e cartas de adequabilidade e viabilidade do Programa de seguros apresentados em forma de "declaração"; Aplicação da receita de pedágio na própria rodovia objeto da concessão; Violação ao art. 19,IV da Lei 8.987/95 (concessões); Contradições entre editais de Pré-qualificação e os editais de Convocação.
Trata-se de uma consistente denúncia de ilegalidade que possui todos os fundamentos para que se declare nulo todo o processo que criou o Programa Estadual de Concessão Rodoviária do RS.
O Ministério dos Transportes e a ANTT não podem ignorar este risco quando analisarem a Denúncia dos Convênios (União/Estado).
Com maior preocupação, diante da proposta inconstitucional da Governadora do Estado de repassar junto com os trechos de rodovias federais cedidas, todo o Programa de Concessão-PECR, criado por Lei do Estado do Rio Grande do Sul.
O PECR foi licitado e contratado pelo Estado, mas o Poder Executivo/DAER não possui nenhuma outorga legislativa estadual, como exige o art.241 da CF, para a ficta transformação de uma concessão de serviço público do Estado em concessão Federal.
Está sendo proposto o "jogo do mico", sabendo-se que os atuais contratos poderão ser extintos por terem uma origem viciada. Ato nulo uma vez declarado produz efeitos ex tunc, retroage ao início do processo licitatório.
As concessionárias, certamente acionarão (com ou sem razão) quem estiver com "mico nas mãos", isto é, com o poder de gerência dos serviços concedidos. Não se pode esquecer que está sendo "forjado" um suposto desequilíbrio econômico e financeiro dos contratos.
A AGERGS, simplesmente, renunciou a seus objetivos de garantir a harmonia entre os interesses dos usuários, concessionários e Poder Concedente e publicamente nega a sua competência de reajustar as tarifas dos serviços concedidos. Assim, ao invés de exercer a competência conferida em lei que é, também, a de moderar, dirimir ou arbitrar conflitos, deixa, deliberadamente, de ser, como sempre se declarou, um órgão de Estado para ser do Estado ou, serva da Administração.
Caxias do Sul, 7 de janeiro de 2010
Paulo Afonso Schneider (54) 99.78.24.08 Agenor Basso – (54) 99.74.40.08
Presidente da ASSURCON-SERRA Secretário

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

TEMOS QUE SER SOLIDÁRIOS COM NOSSOS IRMÃOS PAULISTAS, JÁ PASSAMOS POR ISSO, LEMBRAM?

DIREITO DE IR E VIR DESDE QUE SE PAGUE PEDÁGIO.
Parafraseando Drummond, no meio do caminho tinha um pedágio,tinha um pedágio no meio do caminho.
O pior, caro poeta, é que já são 14 pedágios no meio do caminho, entre Presidente Epitácio e São Paulo. Não vamos protestar? Aceitaremos impassíveis mais essa exploração?
Na região, mais nove praças de pedágio começam a funcionar dia 15, sendo seis na Rodovia Raposo Tavares. É o roubo autorizado.
O crime quando compensa muda de nome, como bem disse mestre Millôr Fernandes.
O MST agiu certo quando ocupou pedágios no Paraná. De pé, população da Alta Sorocabana: vamos para a rua, quer dizer, para a estrada protestar com veemência contra o excesso de pedágios e seus preços abusivos.
Ou as estradas têm donos, tornaram-se propriedade privada?(SV)
Fonte: Blog do Jheremias.
Postado por Forum Anti Pedagio às 15:59 0 comentários


COMITÊ ORGANIZA NOVO ATO CONTRA O PEDÁGIO.
Membros do Comitê Popular da RMC (Região Metropolitana de Campinas) preparam para segunda-feira protesto contra a instalação de novas praças e tarifas abusivas de pedágio em Artur Nogueira, Campinas, Capivari, Cosmópolis, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Holambra, Itatiba, Monte Mor, Paulínia, Indaiatuba e Jaguariúna.
O comitê defende que, nesta região, o deslocamento em qualquer direção tem um percentual de 81% de pagamento de pedágios, enquanto na Grande São Paulo este número é de 38% e na Baixada Santista de 19%, provocando descontentamento e prejuízos às indústrias, comércio e moradores da região.
Durante este manifesto as lideranças locais também estarão iniciando um grande movimento popular em todo o Estado, contando com o apoio de lideranças e entidades de classes.
Fonte: TodoDia
Postado por Forum Anti Pedagio às 15:50 0 comentários

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

TODO POLÍTICO É ASSIM, ANTES PROMESSAS DEPOIS OMISSÁO.


Silêncio comprometedor
Roberto Requião, em 2002, abraçou durante a campanha ao governo do Estado o slogan "Ou o pedágio baixa, ou acaba". Era uma frase forte, bradada com entusiasmo, que dava a entender que, se eleito, ele aboliria a cobrança nas rodovias paranaenses, ou, no mínimo, reduziria o valor das tarifas. Não foi o que aconteceu. Com sete anos à frente do cargo, o preço não parou de subir. Além disso, estranhamente, até a postura do homem mudou. Nos últimos dias, apesar do novo acréscimo nos preços, sua excelência, em vez de reagir, ficou mudo. Nem mesmo na "escolinha" ele tem protestado contra a situação. O governador hoje é muito diferente daquele que enfrentava as pedageiras. O que terá acontecido? Por que o silêncio? O que está por trás de uma conduta tão mansa e passiva? Esse comportamento precisa ser explicado.
Hipótese
O fim da "raiva" do governador contra os pedágios é mais do que suspeito. Estaria em vigor um acordo oculto entre os dois lados? Requião e os concessionários teriam se acertado? Tal situação é difícil de entender do ponto de vista teórico, mas não é impossível de acontecer na prática. Nessa relação não há mocinhos.
Obviedade
Se realmente quisesse reduzir o custo das tarifas ao povo paranaense, o governo deveria forçar uma negociação com os donos de pedágio. Mas isso o Roberto jamais fez. Então...
Outra
No governo Jaime Lerner, havia uma comissão tríplice composta por um membro do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), por um pedageiro e por um representante dos usuários das estradas. Esse grupo tinha, entre suas atribuições, a função de analisar e cobrar a melhoria das rodovias, sobretudo exigir a duplicação das pistas. Requião desmontou a comissão. Como resultado, no Paraná, hoje não se vê um único canteiro de obras em qualquer região do Estado.
Por tudo isso...
O discurso oficial do governador não passa de um grande chiste demagógico. Uma piada completa. Repare que o homem simplesmente acabou com as investidas que tentavam ridicularizar os ilustres privilegiados da concessão de rodovias. Ao mesmo tempo, vale lembrar que alguns empresários do ramo são aliados de copa e cozinha do chefe do Executivo paranaense. Não é lindo?
Última
Deputados da oposição, que estão com a pulga atrás da orelha, afirmam que há um outro indício da existência de um acordo tácito entre governo e empresas: o Estado faz vistas grossas aos desmandos dos concessionários no que tange à feitura de obras de porte. As rodovias Curitiba-Apucarana e Ponta Grossa-Foz do Iguaçu são o melhor exemplo disso. Está tudo parado. Os pedageiros estão com o terreno livre para fugir das obrigações firmadas em contrato. Estranho é pouco.
Coluna/Et Cetera


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

É ASSIM QUE ELES FICAM RICOS, COMPRAM POLÍTICOS CORRUPTOS E CONTINUAM MANDANDO NO BRASIL. A C O R D A G E N T E!!!

Trabalhadores são escravizados na construção de pedágio
Procuradoria Regional do Trabalho da 15ª Região (PRT-15) encontrou 12 pedreiros e ajudantes submetidos à escravidão contemporânea em obras de estrada da concessionária Rodovias do Tietê, no município de Monte Mor (SP)
Por Bianca Pyl
Em plena construção de mais um dos pedágios da malha rodoviária de São Paulo, Estado mais rico do país, a Procuradoria Regional do Trabalho da 15ª Região (PRT-15) encontrou 12 trabalhadores submetidas à escravidão contemporânea. O flagrante ocorreu no município de Monte Mor (SP) em meados de outubro. Os pedreiros e ajudantes trabalhavam na construção de uma praça de pedágio para a concessionária Rodovias do Tietê.
Contratadas para executar uma das fases, as vítimas chegaram às obras por meio de um esquema de sucessivas subcontratações, que envolve as empresas Jair Nunes da Silva Construções ME, Construtora House Capanema, Construtora Artin Ltda e a própria concessionária.
No momento da fiscalização, os trabalhadores cozinhavam uma porção de feijão doada por um vizinho. A comida era preparada do lado de fora da casa utilizada como alojamento, em uma fogueira improvisada com tijolos (foto). Eles estavam há dois dias sem se alimentar.
O procurador do trabalho Mário Antônio Gomes, acompanhado de técnicos da Vigilância Sanitária municipais de Monte Mor, constatou uma série de irregularidades. "A moradia não tinha as mínimas condições de ser habitada. Só havia um banheiro na casa, que estava muito sujo. O empregador não fornecia água potável aos empregados", detalha.
Apenas sete dormiam em colchões próprios. Os outros improvisavam uma cama com papelão e cobertores. Na frente do alojamento, havia um depósito de lixo que exalava mau cheiro. Muitos animais peçonhentos e insetos circulavam pelo local por causa da proximidade com a mata.
As vítimas trabalhavam no local desde agosto, mas ainda não tinham recebido salários regulares. Vales no valor de R$ 50 foram distribuídos para alguns. "Depois que encerraram sua parte na obra, os trabalhadores foram deixados no alojamento, sem o pagamento dos salários e da rescisão do contrato de trabalho. Eles não tinham assistência nenhuma", conta o procurador. As Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) de alguns empregados foram retidas; outros não tiveram registro no documento.
A jornada de trabalho extrapolava o limite diário e semanal permitido pela legislação trabalhista (8h diárias ou 44h semanais). Os trabalhadores não tinham descanso semanal: trabalhavam de segunda a segunda, das 7h até às 21h. A pausa para alimentação era de apenas alguns minutos.
De acordo com os depoimentos colhidos pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), as vítimas são do Nordeste. Contudo, eles já tinham migrado para o Sudeste em busca de condições melhores de vida. O recrutamento para a obra do pedágio foi feito já na capital paulista, com promessas de salários de R$ 900, além de alimentção, moradia e todos os direitos trabalhistas.
Os representantes da concessionária Rodovias do Tietê S/A assinaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no qual se comprometeram a fornecer alimentação e material de higiene pessoal aos empregados até o dia de audiência administrativa, ocorrida em 20 de outubro, na sede da PRT-15. Os trabalhadores receberam os pagamentos referentes ao tempo de trabalho, além da verba da rescisão do contrato de trabalho.
Na opinião de Mário Antônio, este tipo de exploração ocorre devido à vulnerabilidade dos trabalhadores migrantes, muitas vezes são ex-cortadores de cana. "O empregador sabe que o trabalhador necessita de emprego para continuar no Estado e o trabalhador se sujeita a condições como estas. Nós estamos acompanhando a mecanização do setor da cana-de-açúcar e como consequência o desemprego de muitos trabalhadores rurais. Essas pessoas estão indo trabalhar na construção civil, que em contrapartida tem recebido investimentos do governo e necessitado de mão-de-obra".
A terceirização - e até a "quarteirização" - de serviços também foram condenadas pelo procurador. "Nesse ramo é muito difícil uma construtora fazer todo o trabalho. Normalmente, ela terceiriza cada etapa da construção e faz o papel de uma espécie de gerente da obra". As empresas grandes contratam outras menores e aquela que está na ponta do ciclo normalmente não tem condições financeiras de arcar com as verbas trabalhistas.
A Rodovias do Tietê S/A pertence à CIBE Participações Empreendimentos S.A. (CIBEPar) que, por sua vez, pertence outras duas empresas: o Bertin Ltda - tradicional grupo de frigoríficos envolvido em outros casos de trabalho escravo - e o Grupo Equipav Pavimentação, Engenharia e Comércio S.A. A CIBEPar atua nas áreas de saneamento, rodovias e energia.
O grupo também é dono das concessionárias Rodovias das Colinas (SP), Sulvias, Metrovias e Convias (RS), a Nascentes das Gerais (MG). A CIBEPar também controla a operadora do Terminal Rodoviário de Campinas e a operadora do Terminal Rodoviário de Campo Grande (MS). A Concessionária Rodovias do Tietê enviou nota à Repórter Brasil e disse que "tomou, imediantamente, todas as medidas necessárias para amenizar a situação vivida por aquelas pessoas e exigir da empresa contratada a regularização das condições de trabalho e alojamento dos seus funcionários. Quanto à terceirização das obras, a Rodovias do Tietê vai intensificar suas fiscalizações e aumentar as penalidades para as contratadas que praticarem atos não previstos na lei".
Fonte: Repórter Brasil.


domingo, 22 de novembro de 2009

CÓPIA DA CORRESPONDÊNCIA ENVIADA AOS NOSSOS IRMÃOS DE SEROPÉDICA, EM SOLIDARIEDADE PELOS MOMENTOS QUE PASSAM ATUALMENTE, SEMELHANTE AOS DEZ ANOS ENFRENTADOS POR NÓS TERESOPOLITANOS


SOLIDARIEDADE AOS IRMÃOS DE SEROPÉDICA / RJ

Meu caro Eloy, talvez você não se lembre de mim, mas eu, minha esposa, o companheiro Joel Caldeira, também com a esposa, estivemos aí quando da realização da Audiência Pública para impedir o funcionamento do pedágio que agora causa preocupação a vocês e a nós. Aqui em Teresópolis lutamos por dez anos, mas conseguimos tirar de vez a Praça de Cobrança exploradora em 02.09.2009, próximo passado. Estamos muito contentes com a vitória e ainda mobilizados, pois a ameaça da volta sempre paira sobre nós. Estamos prontos a ajudá-los. Estou aconselhando que todas as comunidades interessadas, que sofrem com pedágios, organizem Associações de Usuários das Rodovias Federais, pois a nossa meta é criar uma Federação para que nossa luta adquira um âmbito mas abrangente. Entendeu? As empresas exploradoras de pedágios estão super-organizados e com isso conseguem impor sua reivindicações. fora os atos conseguidos por baixo dos panos, você sabe bem o que estou falando. Eles nadam em dinheiro. Em fevereiro deste ano foi realizada uma festinha em Brasília para comemorar o aniversário da ANTT, patrocinada pela Associação de Empresas donas de pedágios (ANEOR). A festa foi realizada no Clube do Exército (um dos mais luxuoso de Brasília), regada a Scoth doze anos, para mil convidados com direito a acompanhante. ainda tiveram a cara de pau de dizer que nada havia demais. Essa é a gang a enfrentar. Mandarei para você o mais rápido possível cópia de nosso Estatuto. Em Teresópolis temos a ASSURB - Associação dos Usuários da Rodovia BR 116, estamos fundando duas associações na BR 393, em Sapucaia e em Barra do Piraí. Já iniciamos os preparativos para criar a associação de Magé (BR116). Veja bem, se vocês criarem uma ai também, conseguiremos as cinco necessárias para fundarmos a sonhada Federação. Conte conosco e nossa experiência. Vamos marcar uma reunião, o mais rápido possível. Temos total interesse em tocar esse assunto, para acabar com a imposição aos nossos municípios de praças exatoras que de bom nada trazem, enchendo os bolsos de empresas sem qualquer compromisso com o progresso regional. Vocês devem acionar os políticos que na época de eleições, vivem pedindo votos e na hora da luta esquecem quem os colocou no pedestal. Lembro que na Audiência Pública estiveram aí os Deputados Federais Betão, Luis Sérgio, Simão Sessim e o Carlos Santana, além de diversos Deputados Estaduais, chamem os mesmos para apoiar a luta. Temos uma equipe jurídica experiente, e toda orientação estamos aptos a fazer. Entrem em contato com a mídia e, traga-os para a luta, independentemente de cor partidária. Mostre aos comerciantes que o empobrecimento do povo reflete nos negócios. Nesse momento mostre a todos que é a sobrevivência da cidade a grande meta. Um abraço fraterno José Renato.
Teresópolis / RJ