terça-feira, 18 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
LIBERDADE DIREITO UNIVERSAL DE TODO CIDADÃO - ISTO É O QUE QUEREMOS
L I B E R D A D E !
A liberdade é um direito fundamental.Liberdade de pensar. Liberdade de crer. Liberdade de se expressar. Liberdade de ir e vir. Liberdade de escolher. A liberdade é a fonte da grandeza do homem. É preciso conceber a vida humana e vivê-la em termos de liberdade, que é a emancipação do útil. ( Ética e sociabilidade de Manfredo de Oliveira - SP - Edições Loyola – 1993).O artigo 5°, da Constituição Federal que trata “Dos Direitos Fundamentais” é explícito quanto ao que acima está posto. Portanto, as rodovias fazem parte de um dos direitos fundamentais e isto se encontra expresso no inciso XV, do mencionado artigo.“XV – é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;”A Europa e países cujo os governantes possuem a verdadeira noção e importância do que acima está posto, garantem vias alternativas para os usuários, assegurando-lhes o “direito de ir e vir” em rodovias com bom estado de conservação, sem ter que pagar para o seu uso. Todavia, o Brasil vem sendo há décadas, minado por todo o tipo de corporação, todas utilizando todos os meios, para garantirem um mercado cativo de contribuintes, para com isto auferir lucros certos e estratosféricos, pouco se importando com o peso que representam para os usuários e para a sociedade.A mais recente das corporações que veio se estruturando durante algumas décadas é a das concessões rodoviárias ou seja empreiteiras. A Associação dos Usuários de Rodovias – ASSURCON / SERRA, com os dados que possui, constata que houve uma intencionalidade no crime cometido pelos lobistas, públicos / particulares, das empreiteiras contra a Nação Brasileira ao desviarem todos os recursos do Fundo Rodoviário Nacional – FRN, em 1980 e colocá-los no recém criado Fundo de Desenvolvimento Nacional e através da nova Constituição Federal em 1988, darem o golpe de misericórdia no FRN. Deste fato surgiu o necessário mote, continuamente repetido como um verdadeiro mantra, tanto pelo Governo e, principalmente, pelas empreiteiras: “as estradas estão péssimas e o Governo não possui dinheiro, só existe uma solução que é conceder as rodovias para a iniciativa privada.”Nós, usuários de rodovias, passamos a ser encurralados nos feudos das concessionárias, sendo contribuintes obrigatórios das mesmas, diretamente nas praças de pedágios e indiretamente através do custo maior das mercadorias ou da prepotência das mesmas cobrando do Estado o fechamento de possíveis vias alternativas que estejamos utilizando ou ficando isto como passivo a ser exigido do mesmo.A Lei Federal de “permissões e concessões” n° 8.987/95 e as demais a ela vinculadas, são a legalização do dano ao patrimônio público e do embretamento dos usuários, pois o “equilíbrio econômico financeiro” nelas previsto tem por base somente os elementos e interesses das concessionárias de rodovias e a “modicidade das tarifas” é uma ficção criada em lei pois a mesma esta vinculada ao interesse das mesmas.Portanto, foi legalmente instituída em nosso país uma absoluta distorção em relação às concessões rodoviárias.O Estado se exime de responsabilidade e criou mais um imposto. As concessionárias de rodovias garantiram um mercado cativo para enriquecerem. A sociedade produtiva e os usuários vergados sob o peso das tarifas dos pedágios, totalmente desprotegidos, à mercê da sanha arrecadatória das empreiteiras, disfarçadas de benfazejas concessionárias e dos insaciáveis Governos.O Código do Consumidor está sendo completamente desprezado, a modicidade das tarifas não existe, o direito Constitucional de “ir e vir” ferido e a liberdade de poder escolher entre uma via pedagiada e uma não pedagiada, simplesmente nos é negada, como se isto fosse um fato normal.Os mecanismos que foram e estão sendo implantados em nosso país pelas empreiteiras são de empalidecer o mais desavergonhado dos humanos.Iniciaram e continuam infiltrando agentes em todas as esferas de poder. Mudaram as leis. Criaram a ilusão da necessidade de privatizar as rodovias. Passaram imediatamente a se constituir em associações regionais e em nível federal de concessionárias. Cooptaram / capturaram as Agencias Reguladoras. A grande mídia, mesmo não havendo necessidade, está toda sendo financiada pelas concessionárias de rodovias. Patrocínios de toda ordem e para tudo o que é tipo de evento social é o que fazem. Os sequiosos Prefeitos também recebem o seu quinhão através do ISSQN e, se algum usuário se manifestar contra a concessionária, o deixará irritadiço. Portanto, estamos envolvidos numa verdadeira teia que deixa a sociedade narcotisada e todos subjugados à força econômica das empreiteiras.Para que consigamos alterar esta verdadeira calamidade que se abateu sobre a sociedade brasileira só com muita ação consciente dos usuários, muita luta, muita pressão sobre os governos e uma ação principalmente com o Poder Legislativo.As palavras do Senador Antônio Carlos Magalhães – ACM, um pouco antes de falecer e reproduzidas na Revista Veja do dia 30/05/2007, página 48, são por demais impactantes:“Vivemos a república das empreiteiras.” É a verdade nua e crua.O Eng° Karl Machado, em seu livro “Concessões de rodovias: mito e realidade”, página 219, da 2ª edição, claramente afirma que os usuários precisam ser enganados.“O Programa de Concessões Rodoviárias, como já foi visto, precisa de ajustes contínuos, mas já é sem sombra de dúvida um dos maiores instrumentos de justiça social que foi implementado neste país. Ele veio para ficar, mas para isso o poder concedente e os investidores, além de mostrar resultados, terão que aprender a ser encantadores de serpentes.”Portanto, os usuários de rodovias precisam ser enganados, assim como as serpentes são enganadas, para que aceitemos pagar pedágios escorchantes e ainda nos sintamos felizes e maravilhados pelo que nos estão fazendo, pois estamos literalmente amordaçados pelo poder econômico.A nossa atual reação segue os mesmos passos dos “Pioneiros da Ecologia”, JÁ / Editores, página 77, nos idos de 1960 / 1970.José Lutzenberger, em meio a uma tremenda luta contra os grandes laboratórios da indústria química e vendo um processo judicial ganho ser revertido não se conteve e disse: “Olha a força dessa máfia. Eles mandam nos tribunais, mandam nos governos, têm uma força total.”Por acaso está diferente a situação das concessões rodoviárias ?Em entrevista aos “Pioneiros da Ecologia, página 97” complementou a afirmação anterior quando disse que:“Brasília foi o maior desastre na história do Brasil, sob vários pontos de vista. Brasília tinha que ser feita num instante. Transportou-se tijolos, cimento e ferro de avião. Gastaram rios de dinheiro público. E aí surgiram empreiteiras e começou mesmo a grande corrupção. Essas empreiteiras hoje mandam mais que o governo.”Atualmente as “questões ecológicas” fazem parte do dia-a-dia dos governos e da população, mas para se chegar a isto foram despendidas algumas décadas de trabalhos de abnegados cidadãos,como é o caso de José Lutzenberger, conscientizando a população e os poderes constituídos dos equívocos cometidos e de quais os verdadeiros caminhos a serem seguidos para que a sociedade fosse beneficiada e não somente os grupos econômicos.Não temos escolha, o caminho a percorrer é o mesmo dos ecologistas. As mudanças se dão de baixo para cima. Precisamos convencer os governos que o modelo de concessões rodoviárias está errado e precisa ser revertido, que os usuários possuem direito às vias alternativas, que o Código do Consumidor e a Constituição Federal estão sendo transgredidos, que leis vigentes são danosas e precisam ser revogadas e finalmente, que o interesse particular não pode ser prevalente sobre o interesse público. Para isto tudo precisamos de conscientização, muito trabalho e até de prolongadas lutas. Este é o preço que o direito a liberdade de crer, agir, pensar, se expressar,“ir e vir” nos cobra para que não sejamos escravos de ninguém. Façamos a nossa parte!Agenor Basso – (54) 99.74.40.08Secretário Regional e Estadual das Associações de Usuários de RodoviasE-mail: agenor@basso.inf.br
Postado por FORUM NAC. DE USUARIOS DE RODOVIAS PEDAGIADAS
A liberdade é um direito fundamental.Liberdade de pensar. Liberdade de crer. Liberdade de se expressar. Liberdade de ir e vir. Liberdade de escolher. A liberdade é a fonte da grandeza do homem. É preciso conceber a vida humana e vivê-la em termos de liberdade, que é a emancipação do útil. ( Ética e sociabilidade de Manfredo de Oliveira - SP - Edições Loyola – 1993).O artigo 5°, da Constituição Federal que trata “Dos Direitos Fundamentais” é explícito quanto ao que acima está posto. Portanto, as rodovias fazem parte de um dos direitos fundamentais e isto se encontra expresso no inciso XV, do mencionado artigo.“XV – é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;”A Europa e países cujo os governantes possuem a verdadeira noção e importância do que acima está posto, garantem vias alternativas para os usuários, assegurando-lhes o “direito de ir e vir” em rodovias com bom estado de conservação, sem ter que pagar para o seu uso. Todavia, o Brasil vem sendo há décadas, minado por todo o tipo de corporação, todas utilizando todos os meios, para garantirem um mercado cativo de contribuintes, para com isto auferir lucros certos e estratosféricos, pouco se importando com o peso que representam para os usuários e para a sociedade.A mais recente das corporações que veio se estruturando durante algumas décadas é a das concessões rodoviárias ou seja empreiteiras. A Associação dos Usuários de Rodovias – ASSURCON / SERRA, com os dados que possui, constata que houve uma intencionalidade no crime cometido pelos lobistas, públicos / particulares, das empreiteiras contra a Nação Brasileira ao desviarem todos os recursos do Fundo Rodoviário Nacional – FRN, em 1980 e colocá-los no recém criado Fundo de Desenvolvimento Nacional e através da nova Constituição Federal em 1988, darem o golpe de misericórdia no FRN. Deste fato surgiu o necessário mote, continuamente repetido como um verdadeiro mantra, tanto pelo Governo e, principalmente, pelas empreiteiras: “as estradas estão péssimas e o Governo não possui dinheiro, só existe uma solução que é conceder as rodovias para a iniciativa privada.”Nós, usuários de rodovias, passamos a ser encurralados nos feudos das concessionárias, sendo contribuintes obrigatórios das mesmas, diretamente nas praças de pedágios e indiretamente através do custo maior das mercadorias ou da prepotência das mesmas cobrando do Estado o fechamento de possíveis vias alternativas que estejamos utilizando ou ficando isto como passivo a ser exigido do mesmo.A Lei Federal de “permissões e concessões” n° 8.987/95 e as demais a ela vinculadas, são a legalização do dano ao patrimônio público e do embretamento dos usuários, pois o “equilíbrio econômico financeiro” nelas previsto tem por base somente os elementos e interesses das concessionárias de rodovias e a “modicidade das tarifas” é uma ficção criada em lei pois a mesma esta vinculada ao interesse das mesmas.Portanto, foi legalmente instituída em nosso país uma absoluta distorção em relação às concessões rodoviárias.O Estado se exime de responsabilidade e criou mais um imposto. As concessionárias de rodovias garantiram um mercado cativo para enriquecerem. A sociedade produtiva e os usuários vergados sob o peso das tarifas dos pedágios, totalmente desprotegidos, à mercê da sanha arrecadatória das empreiteiras, disfarçadas de benfazejas concessionárias e dos insaciáveis Governos.O Código do Consumidor está sendo completamente desprezado, a modicidade das tarifas não existe, o direito Constitucional de “ir e vir” ferido e a liberdade de poder escolher entre uma via pedagiada e uma não pedagiada, simplesmente nos é negada, como se isto fosse um fato normal.Os mecanismos que foram e estão sendo implantados em nosso país pelas empreiteiras são de empalidecer o mais desavergonhado dos humanos.Iniciaram e continuam infiltrando agentes em todas as esferas de poder. Mudaram as leis. Criaram a ilusão da necessidade de privatizar as rodovias. Passaram imediatamente a se constituir em associações regionais e em nível federal de concessionárias. Cooptaram / capturaram as Agencias Reguladoras. A grande mídia, mesmo não havendo necessidade, está toda sendo financiada pelas concessionárias de rodovias. Patrocínios de toda ordem e para tudo o que é tipo de evento social é o que fazem. Os sequiosos Prefeitos também recebem o seu quinhão através do ISSQN e, se algum usuário se manifestar contra a concessionária, o deixará irritadiço. Portanto, estamos envolvidos numa verdadeira teia que deixa a sociedade narcotisada e todos subjugados à força econômica das empreiteiras.Para que consigamos alterar esta verdadeira calamidade que se abateu sobre a sociedade brasileira só com muita ação consciente dos usuários, muita luta, muita pressão sobre os governos e uma ação principalmente com o Poder Legislativo.As palavras do Senador Antônio Carlos Magalhães – ACM, um pouco antes de falecer e reproduzidas na Revista Veja do dia 30/05/2007, página 48, são por demais impactantes:“Vivemos a república das empreiteiras.” É a verdade nua e crua.O Eng° Karl Machado, em seu livro “Concessões de rodovias: mito e realidade”, página 219, da 2ª edição, claramente afirma que os usuários precisam ser enganados.“O Programa de Concessões Rodoviárias, como já foi visto, precisa de ajustes contínuos, mas já é sem sombra de dúvida um dos maiores instrumentos de justiça social que foi implementado neste país. Ele veio para ficar, mas para isso o poder concedente e os investidores, além de mostrar resultados, terão que aprender a ser encantadores de serpentes.”Portanto, os usuários de rodovias precisam ser enganados, assim como as serpentes são enganadas, para que aceitemos pagar pedágios escorchantes e ainda nos sintamos felizes e maravilhados pelo que nos estão fazendo, pois estamos literalmente amordaçados pelo poder econômico.A nossa atual reação segue os mesmos passos dos “Pioneiros da Ecologia”, JÁ / Editores, página 77, nos idos de 1960 / 1970.José Lutzenberger, em meio a uma tremenda luta contra os grandes laboratórios da indústria química e vendo um processo judicial ganho ser revertido não se conteve e disse: “Olha a força dessa máfia. Eles mandam nos tribunais, mandam nos governos, têm uma força total.”Por acaso está diferente a situação das concessões rodoviárias ?Em entrevista aos “Pioneiros da Ecologia, página 97” complementou a afirmação anterior quando disse que:“Brasília foi o maior desastre na história do Brasil, sob vários pontos de vista. Brasília tinha que ser feita num instante. Transportou-se tijolos, cimento e ferro de avião. Gastaram rios de dinheiro público. E aí surgiram empreiteiras e começou mesmo a grande corrupção. Essas empreiteiras hoje mandam mais que o governo.”Atualmente as “questões ecológicas” fazem parte do dia-a-dia dos governos e da população, mas para se chegar a isto foram despendidas algumas décadas de trabalhos de abnegados cidadãos,como é o caso de José Lutzenberger, conscientizando a população e os poderes constituídos dos equívocos cometidos e de quais os verdadeiros caminhos a serem seguidos para que a sociedade fosse beneficiada e não somente os grupos econômicos.Não temos escolha, o caminho a percorrer é o mesmo dos ecologistas. As mudanças se dão de baixo para cima. Precisamos convencer os governos que o modelo de concessões rodoviárias está errado e precisa ser revertido, que os usuários possuem direito às vias alternativas, que o Código do Consumidor e a Constituição Federal estão sendo transgredidos, que leis vigentes são danosas e precisam ser revogadas e finalmente, que o interesse particular não pode ser prevalente sobre o interesse público. Para isto tudo precisamos de conscientização, muito trabalho e até de prolongadas lutas. Este é o preço que o direito a liberdade de crer, agir, pensar, se expressar,“ir e vir” nos cobra para que não sejamos escravos de ninguém. Façamos a nossa parte!Agenor Basso – (54) 99.74.40.08Secretário Regional e Estadual das Associações de Usuários de RodoviasE-mail: agenor@basso.inf.br
Postado por FORUM NAC. DE USUARIOS DE RODOVIAS PEDAGIADAS
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O ASSUNTO É POLEMICO. OS INTERESSES DIVERGENTES. OLHO VIVO, OUVIDOS BEM LIMPOS. DINHEIRO NÃO FALTA. FALTA VERGONHA E AMOR AO PAÍS.
12 Novembro 2008
Deputados estão indecisos sobre projeto de Yeda para rodovias
Na arrancada das discussões em torno do projeto de lei que prevê a prorrogação dos contratos de concessão das estradas, a Assembléia Legislativa gaúcha está indecisa. Desde a chegada do projeto ao Legislativo, na noite de segunda-feira, o assunto domina as discussões no parlamento. De 54 deputados ouvidos por Zero Hora, 26 (48%) decidiram estudar melhor o projeto antes de se posicionar sobre as propostas, que prevêem R$ 1 bilhão em investimentos por parte das empresas, entre outras medidas. e 54 ouvidos por Zero Hora, 26 decidiram estudar melhor a proposta antes de se posicionar.Se a votação fosse hoje, a governadora Yeda Crusius só teria segurança de adesão no próprio PSDB e em alguns aliados mais próximos, o que lhe garantiria 11 votos. Dos partidos que não integram a base, o governo contaria hoje apenas com o apoio de Rossano Gonçalves (PDT). – A proposta tem prós e contras. Eu, por exemplo, sou contra os pedágios. Mas não quer dizer que, pelo fato de ser contra, vou ficar a favor de estradas sucateadas – disse Iradir Pietroski (PTB), um dos parlamentares com posição indefinida.As alterações feitas pelo Piratini antes que o documento fosse encaminhado, como a exclusão de duas novas praças de pedágio previstas no texto original, devem facilitar o trabalho de articulação. Partidos aliados de bancada mais numerosa, como PP e PMDB, tentarão costurar uma proposta de consenso. As chances de sucesso, porém, são pequenas: pelo menos um deputado de cada uma das siglas já marcou posição contrária à prorrogação. Oposição e dissidentes do governo somam 17 votos Mesmo assim, o governo possui campo fértil para construir maioria. A condição precária das estradas gaúchas é pauta da Assembléia há várias legislaturas, e a possibilidade de amenizar o problema é vista com bons olhos, mesmo na oposição.O deputado Miki Breier (PSB), adversário do governo, diz não ter preconceito em avaliar as sugestões. – Como representante de partido de oposição, diria que é muito fácil ser contrário. Mas um dos elementos motivadores da CPI dos Pedágios era lutar pela redução da tarifa e exigir mais obrigações das concessionárias. No primeiro momento, isso está parcialmente atendido. O que posso dizer é que vamos olhar com carinho – promete. Os adversários declarados da proposta seriam hoje 17 – quase a metade composta por deputados do PT.Parlamentares como Gilmar Sossella (PDT), que tenta coletar assinaturas para uma nova CPI que investigue os pedágios e questiona a legalidade da proposta governista, e Francisco Appio (PP), que coordena uma frente parlamentar contra a prorrogação dos contratos, consideram um erro postergar as concessões atuais.– Esses contratos geraram uma CPI, suspeitas de distorções, falta de transparência e tarifas acima das previstas na licitação – protesta Appio.reportagem Adriana Irion, Aline Mendes, Adriano Barcelos, Leandro Fontoura e Vivian Eichler
Postado por Forum Anti Pedagio às 13:51 0
A MÁFIA TEM TENTÁCULOS EM TODO BRASIL. REAGIMOS OU SUCUMBIMOS.
Projeto de renovação de concessões está recheado de suspeitas
São várias as razões do deputado Elvino Bohn Gass (PT) para justificar seu voto contra o projeto do governo Yeda de renovação dos contratos que o Estado mantém com as concessionárias de pedágio: a falta de informações confiáveis sobre arrecadação, despesas e lucros das concessionárias; a pressa do governo em renovar, sem licitação, contratos que só findam em 2013; a convicção de que nas praças comunitárias, o custo-benefício para os usuários é maior do que nas privadas; o fato de o projeto passar para a iniciativa privada um pedágio que hoje é comunitário como é o caso de Portão; e ainda a "carta branca" que a nova lei daria ao governo para ampliar prazos, aumentar tarifas e modificar a localização das praças sem precisa mais passar pelo crivo da Assembléia Legislativa."O modelo de pedágios imposto pelo governo Britto ao Rio Grande do Sul é draconiano. Ele só agrada às empresas e, ao que parece, à governadora Yeda que pretende manter sua vigência por mais 20 anos."Analisando planilhas apresentadas pelas concesssionárias à CPI dos Pedágios em 2007, Bohn Gass concluiu que o volume de despesas alegadas pelas empresas, deve ser relativizado. "Os dados sobre conservação, manutenção e investimentos não são confiáveis porque as obras que justificariam estas despesas, são feitas por empresas dos mesmos grupos econômicos das concessionárias.Dito de outra forma, quem emite a nota fiscal é o mesmo que alega a despesa".O deputado também considera suspeitas a pressa e o empenho do governo em aprovar uma renovação de contratos cinco anos antes de seu vencimento. "Recentemente, no Detran, já vimos que a ausência de licitação abre a possibilidade de fraudes, roubos, desvios e propinas. Por que o governo Yeda insiste neste modelo sem transparência na questão dos pedágios?"O deputado pondera, ainda, que não há razões para que o Estado desconsidere a possibilidade de transformar alguns dos pedágios privados em comunitários. "Há um relatório de 2007 do DAER em que ficam explícitas as vantagens deste modelo." Diz aquele relatório que "gerenciados pelo DAER, e com efetiva participação das entidades representativas das comunidades na aplicação das receitas, solificou-se a credibilidade no sistema, uma vez que foi assegurado aos usuários, o retorno dos valores pagos, através da realização de obras rodoviárias e disponibilização de serviços de apoio existentes junto às praças de pedágio".Por fim, Bohn Gass alega que ao vincular futuras obras, especialmente de pavimentação asfáltica, à aprovação da renovação das concessões, o governo "cria um ambiente de chantagem que deve ser rechaçado pelos deputados porque o que está em jogo não são as obras, mas um negócio de alguns bilhões de reais cuja beneficiária não será a sociedade gaúcha".Rádio Progresso de Ijuí -
Postado por Forum Anti Pedagio às 13:48 0
São várias as razões do deputado Elvino Bohn Gass (PT) para justificar seu voto contra o projeto do governo Yeda de renovação dos contratos que o Estado mantém com as concessionárias de pedágio: a falta de informações confiáveis sobre arrecadação, despesas e lucros das concessionárias; a pressa do governo em renovar, sem licitação, contratos que só findam em 2013; a convicção de que nas praças comunitárias, o custo-benefício para os usuários é maior do que nas privadas; o fato de o projeto passar para a iniciativa privada um pedágio que hoje é comunitário como é o caso de Portão; e ainda a "carta branca" que a nova lei daria ao governo para ampliar prazos, aumentar tarifas e modificar a localização das praças sem precisa mais passar pelo crivo da Assembléia Legislativa."O modelo de pedágios imposto pelo governo Britto ao Rio Grande do Sul é draconiano. Ele só agrada às empresas e, ao que parece, à governadora Yeda que pretende manter sua vigência por mais 20 anos."Analisando planilhas apresentadas pelas concesssionárias à CPI dos Pedágios em 2007, Bohn Gass concluiu que o volume de despesas alegadas pelas empresas, deve ser relativizado. "Os dados sobre conservação, manutenção e investimentos não são confiáveis porque as obras que justificariam estas despesas, são feitas por empresas dos mesmos grupos econômicos das concessionárias.Dito de outra forma, quem emite a nota fiscal é o mesmo que alega a despesa".O deputado também considera suspeitas a pressa e o empenho do governo em aprovar uma renovação de contratos cinco anos antes de seu vencimento. "Recentemente, no Detran, já vimos que a ausência de licitação abre a possibilidade de fraudes, roubos, desvios e propinas. Por que o governo Yeda insiste neste modelo sem transparência na questão dos pedágios?"O deputado pondera, ainda, que não há razões para que o Estado desconsidere a possibilidade de transformar alguns dos pedágios privados em comunitários. "Há um relatório de 2007 do DAER em que ficam explícitas as vantagens deste modelo." Diz aquele relatório que "gerenciados pelo DAER, e com efetiva participação das entidades representativas das comunidades na aplicação das receitas, solificou-se a credibilidade no sistema, uma vez que foi assegurado aos usuários, o retorno dos valores pagos, através da realização de obras rodoviárias e disponibilização de serviços de apoio existentes junto às praças de pedágio".Por fim, Bohn Gass alega que ao vincular futuras obras, especialmente de pavimentação asfáltica, à aprovação da renovação das concessões, o governo "cria um ambiente de chantagem que deve ser rechaçado pelos deputados porque o que está em jogo não são as obras, mas um negócio de alguns bilhões de reais cuja beneficiária não será a sociedade gaúcha".Rádio Progresso de Ijuí -
Postado por Forum Anti Pedagio às 13:48 0
terça-feira, 11 de novembro de 2008
PEDÁGIO DE TRÊS CÓRREGOS: SÓ FALTA VONTADE PARA MUDAR
Meus queridos leitores estamos de volta e trazemos alguns assuntos importantes, com os quais passaremos a conviver daqui para frente.
EXPLICO.
Passadas as eleições e definidas as administrações municipais, temos que ficar alertas em todos os sentidos, no aguardo da satisfação de nossas carências. "É fácil ser pedra, o difícil é ser telhado,” já dizia meu avô, herói da revolução chamada intentona comunista, um dia eu conto detalhes. Passemos aos assuntos relevantes que nos interessam diretamente.
Ao longo de dez anos lutamos contra o estabelecimento e permanência da Praça de Pedágio de Três Córregos, como é sabido por todos os moradores e vizinhos, de forma acintosa e por força impositiva do governo neoliberal instalado em nosso país. Acontece que com a ascensão ao poder de governo popular trabalhista tivemos as esperanças renovadas e as forças redobradas. Já se vão seis anos que continuamos esperando a definição tão desejada.
Os companheiros que assumiram o poder com todo o respaldo do povo, para nós munícipes teresopolitano até aqui não disseram a que vieram.
SENÃO VEJAMOS.
A Audiência Pública realizada 26 de setembro de 2003 em nossa cidade, “definiu” a mudança da praça de pedágio, fosse por acordo ou obrigatória, a proposta foi apresentada à época pelo representante do Ministro dos Transportes Sr. Alexandre Graviloff. A Ata dessa reunião nunca apareceu, se é que foi redigida. Desafio os Senhores Deputados Federais presentes à mesma, apresentarem a Ata definidora. Para conhecimento de todos quantos este artigo lerem, temos a dizer que mantemos em nossos arquivos os DVDs. com todo acontecido na referida Audiência.
ISTO É SÉRIO, COERENTE E DECENTE.
A nossa luta nunca esmoreceu, pelo contrário, desenvolvemos diuturnamente atividades mantenedoras da chama acessa, diferentemente de muitos “c a m p a n h e i r o s” que abandonaram o barco e agora se insinuam como membros do movimento social, são uns caras de paus, politiqueiros e aproveitadores do momento político da cidade.
Recado para esses pinóquios passem a semana em Teresópolis e vivam o dia a dia aturando o pedágio e, não só nos fins de semana, experimente gastar suas forças todos os dias lutando e saberão o desgaste.
A minha contribuição à luta, não preciso dizer, mas só para clarear as mentes tacanhas, devo lembrar que por dois anos tenho escrito regularmente nesse precioso espaço. Lembro, também, que por coincidência ou não, esse lapso de tempo é o espaço entre eleições no município. Entenderam por que eles só aparecem nessa época?
NÃO ACEITO COBRANÇAS INDEVIDAS DOS SENHORES VERANISTAS.
Desde 25 de novembro de 2004 foram realizadas quatro reuniões na sede da Prefeitura, aqui abrimos parêntese para agradecer ao Senhor Prefeito Dr. Roberto Petto o engajamento em nossa luta, vestindo a camisa do “Movimento Popular Pedágio Não,” a história reconhecerá e distinguirá as pessoas que participaram da luta tendo realmente influenciaram na mudança, os omissos e os papagaios de piratas que apareceram nas fotos. Todas as Atas das reuniões estão arquivadas em local seguro.
Sabemos estar próxima a transferência, em vista do ponto em que foram deixadas as tratativas para mudança da Praça de Pedágio de Três Córregos, faltando apenas a Audiência Pública definidora e o Aditivo ao Contrato de Concessão, conforme definido na última reunião realizada em Brasília
A ASSURB – Associação dos Usuários da Rodovia BR 116 esteve presente nas reuniões realizadas em Brasília com as autoridades já por demais conhecidas, onde ficou patente que o fim está próximo, a não ser que haja alguma coisa diferente influindo de forma negativa.
Também, exigimos a presença dos usuários, legalmente representados pela ASSURB, nas próximas reuniões para tratar do assunto mudança, caso contrário iremos desconfiar de qualquer solução diferente daquela já consagrada - a mudança da Praça de Pedágio. Lembram da definição imposta na Audiência Pública de 26 de Setembro de 2003?. Nada aconteceu. E lá permanece o muro vergonhoso até hoje.
GATO ESCALDADO TEM MEDO DE ÁGUA FRIA.
Nada mais poderá ser alegado, para a permanência da excrescência na Estrada construída com a arrecadação de impostos cobrados dos teresopolitanos. Qualquer desculpa será considerada extemporânea e sem propósito, ou sim; CHEGA DE ESPERA.
Portanto, agora tudo é favorável para a conclusão das tratativas o mais rápido possível. O Governo Federal é a favor, a Diretoria da ANTT é ligada a Administração Federal, a nova Administração Municipal é do mesmo partido do Presidente da República, o TCU Tribunal de Contas da União já emitiu parecer favorável, a CRT – Concessionária Rio Teresópolis já entregou os pontos, os usuários estão ávidos para se livrar do encosto. Só falta vontade. OU NÃO ? E não me venham com fracionamento. A população não aceitará tal solução e desconfiará do “acordo.” Eu volto.
NOTA: Visitem o BLOG da ASSURB no endereço a seguir (enviem críticas e sugestões, para o endereço do email ali colocado): assurb116teresopolis.blogspot.com
José Renato Gama dos Santos brasileiro, ávido para ver a conclusão favorável com a mudança da Praça de Pedágio, porém com os olhos bem abertos para as mumunhas políticas.
EXPLICO.
Passadas as eleições e definidas as administrações municipais, temos que ficar alertas em todos os sentidos, no aguardo da satisfação de nossas carências. "É fácil ser pedra, o difícil é ser telhado,” já dizia meu avô, herói da revolução chamada intentona comunista, um dia eu conto detalhes. Passemos aos assuntos relevantes que nos interessam diretamente.
Ao longo de dez anos lutamos contra o estabelecimento e permanência da Praça de Pedágio de Três Córregos, como é sabido por todos os moradores e vizinhos, de forma acintosa e por força impositiva do governo neoliberal instalado em nosso país. Acontece que com a ascensão ao poder de governo popular trabalhista tivemos as esperanças renovadas e as forças redobradas. Já se vão seis anos que continuamos esperando a definição tão desejada.
Os companheiros que assumiram o poder com todo o respaldo do povo, para nós munícipes teresopolitano até aqui não disseram a que vieram.
SENÃO VEJAMOS.
A Audiência Pública realizada 26 de setembro de 2003 em nossa cidade, “definiu” a mudança da praça de pedágio, fosse por acordo ou obrigatória, a proposta foi apresentada à época pelo representante do Ministro dos Transportes Sr. Alexandre Graviloff. A Ata dessa reunião nunca apareceu, se é que foi redigida. Desafio os Senhores Deputados Federais presentes à mesma, apresentarem a Ata definidora. Para conhecimento de todos quantos este artigo lerem, temos a dizer que mantemos em nossos arquivos os DVDs. com todo acontecido na referida Audiência.
ISTO É SÉRIO, COERENTE E DECENTE.
A nossa luta nunca esmoreceu, pelo contrário, desenvolvemos diuturnamente atividades mantenedoras da chama acessa, diferentemente de muitos “c a m p a n h e i r o s” que abandonaram o barco e agora se insinuam como membros do movimento social, são uns caras de paus, politiqueiros e aproveitadores do momento político da cidade.
Recado para esses pinóquios passem a semana em Teresópolis e vivam o dia a dia aturando o pedágio e, não só nos fins de semana, experimente gastar suas forças todos os dias lutando e saberão o desgaste.
A minha contribuição à luta, não preciso dizer, mas só para clarear as mentes tacanhas, devo lembrar que por dois anos tenho escrito regularmente nesse precioso espaço. Lembro, também, que por coincidência ou não, esse lapso de tempo é o espaço entre eleições no município. Entenderam por que eles só aparecem nessa época?
NÃO ACEITO COBRANÇAS INDEVIDAS DOS SENHORES VERANISTAS.
Desde 25 de novembro de 2004 foram realizadas quatro reuniões na sede da Prefeitura, aqui abrimos parêntese para agradecer ao Senhor Prefeito Dr. Roberto Petto o engajamento em nossa luta, vestindo a camisa do “Movimento Popular Pedágio Não,” a história reconhecerá e distinguirá as pessoas que participaram da luta tendo realmente influenciaram na mudança, os omissos e os papagaios de piratas que apareceram nas fotos. Todas as Atas das reuniões estão arquivadas em local seguro.
Sabemos estar próxima a transferência, em vista do ponto em que foram deixadas as tratativas para mudança da Praça de Pedágio de Três Córregos, faltando apenas a Audiência Pública definidora e o Aditivo ao Contrato de Concessão, conforme definido na última reunião realizada em Brasília
A ASSURB – Associação dos Usuários da Rodovia BR 116 esteve presente nas reuniões realizadas em Brasília com as autoridades já por demais conhecidas, onde ficou patente que o fim está próximo, a não ser que haja alguma coisa diferente influindo de forma negativa.
Também, exigimos a presença dos usuários, legalmente representados pela ASSURB, nas próximas reuniões para tratar do assunto mudança, caso contrário iremos desconfiar de qualquer solução diferente daquela já consagrada - a mudança da Praça de Pedágio. Lembram da definição imposta na Audiência Pública de 26 de Setembro de 2003?. Nada aconteceu. E lá permanece o muro vergonhoso até hoje.
GATO ESCALDADO TEM MEDO DE ÁGUA FRIA.
Nada mais poderá ser alegado, para a permanência da excrescência na Estrada construída com a arrecadação de impostos cobrados dos teresopolitanos. Qualquer desculpa será considerada extemporânea e sem propósito, ou sim; CHEGA DE ESPERA.
Portanto, agora tudo é favorável para a conclusão das tratativas o mais rápido possível. O Governo Federal é a favor, a Diretoria da ANTT é ligada a Administração Federal, a nova Administração Municipal é do mesmo partido do Presidente da República, o TCU Tribunal de Contas da União já emitiu parecer favorável, a CRT – Concessionária Rio Teresópolis já entregou os pontos, os usuários estão ávidos para se livrar do encosto. Só falta vontade. OU NÃO ? E não me venham com fracionamento. A população não aceitará tal solução e desconfiará do “acordo.” Eu volto.
NOTA: Visitem o BLOG da ASSURB no endereço a seguir (enviem críticas e sugestões, para o endereço do email ali colocado): assurb116teresopolis.blogspot.com
José Renato Gama dos Santos brasileiro, ávido para ver a conclusão favorável com a mudança da Praça de Pedágio, porém com os olhos bem abertos para as mumunhas políticas.
Assinar:
Postagens (Atom)
